Desde o anúncio da extinção da Secretaria de Cultura na última semana e a definição de que os assuntos do setor passariam para a Secretaria de Educação, a Prefeita Béia Savassi passou a receber fortes críticas dos agentes culturais de Patos de Minas. Até uma reunião foi realizada na tarde da quarta-feira (25) na Câmara Municipal, onde diversos setores da cultura patense marcaram presença e manifestaram de maneira dura contra a decisão do executivo.
No final da tarde dessa quinta-feira (26) a Prefeita Béia Savassi convocou a imprensa patense e mais uma vez surpreendeu ao anunciar que voltou atrás na sua decisão de colocar um fim a Secretaria de Cultura.
A Prefeita Béia Savassi também oficializou que o seu filho Gabriel Savassi vai acumular esforços e responder pela Secretaria de Desenvolvimento Social e agora também pela Secretaria de Cultura. A Sra. Mara Porto vai ser a diretora da Secretaria de Cultura.
Depois de tantas reclamações e até manifestações dos agentes culturais de Patos de Minas, a notícia foi bem recebida por todos, que esperam por uma valorização real da cultura local e não somente no campo teórico ou dos discursos. A classe entende que foi importante a demonstração de união dos últimos dias e que sem essa movimentação apresentada, com certeza a prefeita Béia Savassi não teria repensado sua posição.
Autor: Lindomar Tavares.
Fotos: Erisdalton Andrade.
fonte:patosurgente.com
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Agentes Culturais se reuniram nessa terça-feira (24) no plenário da Câmara Municipal para protestar contra a extinção da Secretaria de Cultura
Com a reforma administrativa anunciada pela prefeita Béia Savassi, na última semana, a pasta deixou de existir.
A Secretaria Municipal de Cultura foi criada na administração do ex-prefeito Antônio do Valle para dar suporte ao meio cultural, aos esportes, ao turismo e aos eventos realizados na cidade. A criação da pasta foi motivo de comemoração entre as pessoas envolvidas com estes segmentos.
Para os agentes culturais, a extinção da secretaria de cultura vai significar um grande prejuízo para o município que, segundo eles, ainda é muito carente nesta área. Eles reclamam que não são ouvidos pela administração municipal. O músico Vane Pimentel diz que está tentando marcar uma audiência na prefeitura há quase dois anos e não consegue.
O advogado Aurélio Rocha disse que há outros mecanismos para reduzir gastos na Administração Municipal. A artista plástica Arminda Alves disse que sofreu na pele a falta de uma secretaria específica para a cultura. Ela foi uma das pessoas que batalharam pela criação da pasta na administração anterior.
Arminda fez um apelo à prefeita Béia Savassi para que mantenha a Secretaria de Cultura pelo menos no papel. A artista plástica sugeriu que ela não seja extinta definitivamente, pois assim, um próximo administrador poderá ainda promover sua reativação.
O vice-prefeito José Eustáquio Rodrigues Alves afirmou que não haverá prejuízos para o setor. Ele garantiu que o orçamento destinado para a cultura será mantido.
Autor: Mauricio Rocha
fonte:patoshoje.com
A Secretaria Municipal de Cultura foi criada na administração do ex-prefeito Antônio do Valle para dar suporte ao meio cultural, aos esportes, ao turismo e aos eventos realizados na cidade. A criação da pasta foi motivo de comemoração entre as pessoas envolvidas com estes segmentos.
Para os agentes culturais, a extinção da secretaria de cultura vai significar um grande prejuízo para o município que, segundo eles, ainda é muito carente nesta área. Eles reclamam que não são ouvidos pela administração municipal. O músico Vane Pimentel diz que está tentando marcar uma audiência na prefeitura há quase dois anos e não consegue.
O advogado Aurélio Rocha disse que há outros mecanismos para reduzir gastos na Administração Municipal. A artista plástica Arminda Alves disse que sofreu na pele a falta de uma secretaria específica para a cultura. Ela foi uma das pessoas que batalharam pela criação da pasta na administração anterior.
Arminda fez um apelo à prefeita Béia Savassi para que mantenha a Secretaria de Cultura pelo menos no papel. A artista plástica sugeriu que ela não seja extinta definitivamente, pois assim, um próximo administrador poderá ainda promover sua reativação.
O vice-prefeito José Eustáquio Rodrigues Alves afirmou que não haverá prejuízos para o setor. Ele garantiu que o orçamento destinado para a cultura será mantido.
Autor: Mauricio Rocha
fonte:patoshoje.com
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Consumo de energia cresce 8,4% e bate recorde nas indústrias e residências
O consumo total de energia elétrica no país atingiu 34.382 GWh (gigawatts-hora) em julho, alta de 8,4% na comparação com igual período do ano passado, e de 6% em taxa acumulada de 12 meses, segundo relatório da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
No período de janeiro a julho, houve elevação de 9,7% no consumo de energia, ante igual período de 2009.
Entre os setores, a indústria foi que registrou maior aumento de consumo em julho, com 13,7% frente o mesmo mês do ano anterior. O segmento residencial cresceu 4,2% e o comercial 4,5%, na mesma comparação.
No caso do segmento industrial, a EPE informou que os 15.915 GWh do mês passado representam um recorde histórico para a classe, que havia registrado o seu valor máximo em agosto de 2008 (15.823 GWh).
"A trajetória recente do consumo desta classe, bem como a evolução dos principais indicadores internos de atividade, evidenciam que a retomada da indústria nacional vem se dando não apenas pelo chamado efeito base da crise de 2009, mas também pelo fato de apresentar viés de crescimento e aceleração das atividades econômicas de maneira mais ampla", disse a EPE, em nota.
No residencial, o consumo médio entre janeiro e julho (157,2 KWh/mês) é o maior desde 2001.
A EPE afirma que a classe residencial mostrou não ter sofrido com a crise financeira de 2008/2009. "Ao contrário, demonstrou uma aceleração no ritmo de crescimento, encerrando 2009 com expansão de 6,4%, a maior taxa desde 1998".
Entre os fatores apontados está o aumento da base de consumidores, que atingiu a marca de 57,1 milhões, representando crescimento de 3,5% ante julho de 2009. Além disso, são apontados "a melhoria das condições de trabalho, com a queda consistente da taxa de desemprego, aumento do emprego formal e incremento do rendimento
médio real da população".
Assim como o verificado nos últimos meses, os destaques da classe residencial são as regiões Norte e Nordeste, que cresceram ambas 13,9% frente a igual mês do ano anterior. "Essas regiões têm sido as principais beneficiadas pelo aumento da renda, pelos programas sociais do governo federal e pelo aumento da posse de equipamentos eletrônicos", diz a EPE na nota.
fonte:folha.com
No período de janeiro a julho, houve elevação de 9,7% no consumo de energia, ante igual período de 2009.
Entre os setores, a indústria foi que registrou maior aumento de consumo em julho, com 13,7% frente o mesmo mês do ano anterior. O segmento residencial cresceu 4,2% e o comercial 4,5%, na mesma comparação.
No caso do segmento industrial, a EPE informou que os 15.915 GWh do mês passado representam um recorde histórico para a classe, que havia registrado o seu valor máximo em agosto de 2008 (15.823 GWh).
"A trajetória recente do consumo desta classe, bem como a evolução dos principais indicadores internos de atividade, evidenciam que a retomada da indústria nacional vem se dando não apenas pelo chamado efeito base da crise de 2009, mas também pelo fato de apresentar viés de crescimento e aceleração das atividades econômicas de maneira mais ampla", disse a EPE, em nota.
No residencial, o consumo médio entre janeiro e julho (157,2 KWh/mês) é o maior desde 2001.
A EPE afirma que a classe residencial mostrou não ter sofrido com a crise financeira de 2008/2009. "Ao contrário, demonstrou uma aceleração no ritmo de crescimento, encerrando 2009 com expansão de 6,4%, a maior taxa desde 1998".
Entre os fatores apontados está o aumento da base de consumidores, que atingiu a marca de 57,1 milhões, representando crescimento de 3,5% ante julho de 2009. Além disso, são apontados "a melhoria das condições de trabalho, com a queda consistente da taxa de desemprego, aumento do emprego formal e incremento do rendimento
médio real da população".
Assim como o verificado nos últimos meses, os destaques da classe residencial são as regiões Norte e Nordeste, que cresceram ambas 13,9% frente a igual mês do ano anterior. "Essas regiões têm sido as principais beneficiadas pelo aumento da renda, pelos programas sociais do governo federal e pelo aumento da posse de equipamentos eletrônicos", diz a EPE na nota.
fonte:folha.com
domingo, 22 de agosto de 2010
Amazônia perde 29 áreas protegidas entre 2008 e 2009
CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA
Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009.
O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.
Os dados são de um estudo inédito do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), a ser publicado amanhã na internet (www.imazon.org.br).
Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia.
Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas --93% delas resultaram em perda de área na unidade de conservação.
O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão: reduziu duas unidades de conservação estaduais e extinguiu dez, além de ter negociado com o governo a redução da Floresta Nacional Bom Futuro, unidade federal.
"Como eles perderam um terço da cobertura florestal, o que sobrou são áreas protegidas", diz Araújo. "A indústria madeireira lá ainda é forte. As unidades de conservação sofrem muita pressão."
O instrumento usado pelo governo do Estado para acabar com as áreas protegidas foi próprio zoneamento ecológico-econômico do Estado, lei que disciplina a ocupação das terras. As unidades de conservação nas zonas de intensificação da produção foram consideradas extintas.
A Folha procurou a secretaria do Meio Ambiente de Rondônia por toda a sexta-feira, mas não foi atendida.
Outro caso foi o do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso. Ele foi reduzido com o apoio da população de Vitória do Xingu para dar lugar a um empreendimento agropecuário, que não veio.
"E a cidade ainda perdeu o repasse do Arpa [programa federal que dá dinheiro a regiões com unidades de conservação]", diz Araújo.
fonte:folha.com
DE BRASÍLIA
Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009.
O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.
Os dados são de um estudo inédito do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), a ser publicado amanhã na internet (www.imazon.org.br).
Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia.
Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas --93% delas resultaram em perda de área na unidade de conservação.
O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão: reduziu duas unidades de conservação estaduais e extinguiu dez, além de ter negociado com o governo a redução da Floresta Nacional Bom Futuro, unidade federal.
"Como eles perderam um terço da cobertura florestal, o que sobrou são áreas protegidas", diz Araújo. "A indústria madeireira lá ainda é forte. As unidades de conservação sofrem muita pressão."
O instrumento usado pelo governo do Estado para acabar com as áreas protegidas foi próprio zoneamento ecológico-econômico do Estado, lei que disciplina a ocupação das terras. As unidades de conservação nas zonas de intensificação da produção foram consideradas extintas.
A Folha procurou a secretaria do Meio Ambiente de Rondônia por toda a sexta-feira, mas não foi atendida.
Outro caso foi o do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso. Ele foi reduzido com o apoio da população de Vitória do Xingu para dar lugar a um empreendimento agropecuário, que não veio.
"E a cidade ainda perdeu o repasse do Arpa [programa federal que dá dinheiro a regiões com unidades de conservação]", diz Araújo.
fonte:folha.com
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Metade das cidades brasileiras usa lixão a céu aberto; porcentagem era de 70% em 1989
Metade dos municípios brasileiros ainda usam lixões a céu aberto como destinos para os resíduos sólidos, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE.
De acordo com o levantamento, 22% dos municípios destinam o lixo a aterros controlados e 27,7%, a aterros sanitários.
O IBGE afirma que o quadro exige soluções urgentes, mas destaca que o número de municípios que usam os lixões caiu nos últimos 20 anos. Em 1989, 88% dos locais armazenavam resíduos sólidos a céu aberto; em 2000, ano em que o IBGE realizou a pesquisa anterior, eram 72,3%.
Em alguns locais, porém, a situação é bastante grave. Piauí, Maranhão, Alagoas destinam mais de 95% dos resíduos aos lixões.
Santa Catarina foi o Estado com os melhores resultados na coleta. Lá, 87,2% do lixo é destinado a aterros sanitários controlados.
A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico levantou informações sobre todos os municípios brasileiros. Os pesquisadores do IBGE foram a campo no segundo semestre de 2008.
fonte: folha.com
De acordo com o levantamento, 22% dos municípios destinam o lixo a aterros controlados e 27,7%, a aterros sanitários.
O IBGE afirma que o quadro exige soluções urgentes, mas destaca que o número de municípios que usam os lixões caiu nos últimos 20 anos. Em 1989, 88% dos locais armazenavam resíduos sólidos a céu aberto; em 2000, ano em que o IBGE realizou a pesquisa anterior, eram 72,3%.
Em alguns locais, porém, a situação é bastante grave. Piauí, Maranhão, Alagoas destinam mais de 95% dos resíduos aos lixões.
Santa Catarina foi o Estado com os melhores resultados na coleta. Lá, 87,2% do lixo é destinado a aterros sanitários controlados.
A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico levantou informações sobre todos os municípios brasileiros. Os pesquisadores do IBGE foram a campo no segundo semestre de 2008.
fonte: folha.com
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Estudantes de Geografia da PUC-SP paralisam o curso!
Em assembléia geral ocorrida dia 03 de agosto, os estudantes de geografia da PUC-SP decidiram paralisar o curso para se contraporem a diversas medidas tomadas pela direção da universidade: professores com contratos temporários impossibilitando a continuidade do curso, ausência de contratação de professores para complementar a grade horária, falta de estrutura de laboratórios fundamentais para o curso, abertura de edital de bolsas, redução das mensalidades, entre outras questões estruturais que ferem a qualidade de educação. Ainda, reivindicam que nenhum estudante participante da mobilização seja punido.
Diversas entidades estudantis estão apoiando o movimento, como os centros acadêmicos de direito, jornalismo e comunicação, psicologia, serviço social, e ciências sociais, além do centro acadêmico de geografia da USP e o diretório de humanidades da Faculdade Santo André
Diversas entidades estudantis estão apoiando o movimento, como os centros acadêmicos de direito, jornalismo e comunicação, psicologia, serviço social, e ciências sociais, além do centro acadêmico de geografia da USP e o diretório de humanidades da Faculdade Santo André
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